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Líquen escleroso: Dra. Laura Gusman fala ao UOL sobre doença que pode alterar a anatomia íntima feminina

Oct 16
2 min read


Ainda pouco diagnosticado, o líquen escleroso vulvar pode provocar sintomas persistentes e alterações importantes na anatomia feminina quando não diagnosticado e tratado adequadamente.

A ginecologista Dra. Laura Gusman participou de uma matéria publicada no portal UOL sobre o líquen escleroso, uma doença inflamatória crônica que afeta principalmente a região genital e que, apesar de seu impacto na saúde íntima, ainda é frequentemente subdiagnosticada.


Dra. Laura Gusman, ginecologista em São Paulo, em destaque de matéria publicada no UOL sobre líquen escleroso vulvar, diagnóstico tardio e alterações na anatomia íntima feminina.
Dra. Laura Gusman em destaque no UOL, em reportagem sobre líquen escleroso e seus impactos na saúde íntima feminina.


A reportagem chama a atenção para uma realidade comum nos consultórios: mulheres que convivem durante meses ou anos com coceira, ardência, fissuras e desconforto íntimo, muitas vezes atribuindo esses sintomas à candidíase de repetição ou ao ressecamento vaginal.

Líquen escleroso vai além do desconforto íntimo

É uma doença que pode causar alterações progressivas na pele e na arquitetura vulvar, incluindo redução ou apagamento dos pequenos lábios, aderências e alterações na região do clitóris.

Essas modificações podem comprometer o conforto, a função sexual e a qualidade de vida da mulher.

Por isso, reconhecer os sinais precocemente é fundamental para controlar a atividade da doença e reduzir o risco de complicações e sequelas anatômicas.

Diagnóstico precoce e tratamento individualizado

Embora seja uma condição crônica, o líquen escleroso tem tratamento, e o acompanhamento adequado permite controlar os sintomas e reduzir o risco de progressão.

O tratamento geralmente envolve medicamentos tópicos específicos, especialmente corticosteroides de alta potência. Em situações selecionadas, outras abordagens podem ser consideradas de acordo com as manifestações clínicas e as alterações já existentes.

O acompanhamento ginecológico periódico também é importante para avaliar a resposta terapêutica, identificar possíveis complicações e acompanhar a saúde vulvar a longo prazo.

Mais informação sobre a saúde íntima feminina

A participação da Dra. Laura Gusman na reportagem reforça a importância de ampliar o conhecimento sobre doenças vulvares que ainda recebem pouca atenção.

Sintomas íntimos persistentes não devem ser considerados normais nem tratados repetidamente sem uma investigação adequada.

A reportagem completa, publicada no UOL, aborda os principais sinais do líquen escleroso, suas possíveis consequências e a importância do diagnóstico e tratamento precoces.

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